Ás De Ouros Na Casa 10 Materializando Fazer E Acontecer

Autenticidade tântrica no mundo das experiências. E não é que o ÁS DE OUROS retornou de novo:? Nesse meio tempo em que nada postei, trabalhei com o 9 de Paus sob a regência de Júpiter. Mas, agora, saiu novamente o ÁS DE OUROS, desta vez na casa 10 (Capricórnio). E é justamente neste momento em que estou tendo um pouco mais de tempo para escrever. Vamos lá!

A vida flui interminavelmente. Por mais que a morte nos dê a ilusão de que tudo que nasce um dia tem fim, a vida, na verdade, é interminável, pois está sempre renascendo. Quando a morte vem ela (a vida) desaparece para logo surgir em outro lugar. É como o sol. Ele morre no crepúsculo e renasce no alvorecer. Conosco não é diferente. Estamos sempre morrendo e sempre renascendo. Nossas células têm um ciclo de vida. Dependendo do tipo de célula é o tempo da sua vida. Quando elas morrem, células novas nascem no seu lugar.

Mas o que o ÁS DE OUROS tem a ver com isso? Tudo. Vejamos!

Autenticidade tântrica no mundo das experiências tudo que trabalhei na casa 6 atingiu o seu ápice

– Eu sou o ÁS DE OUROS, você já me conhece, eu nasço onde ninguém espera que algo de valor nasça.

Reflito sobre as palavras do ÁS DE OUROS. Eu próprio achava isso, parece que nada mais de valor poderia nascer ou renascer em alguns aspectos da minha vida. Me vem à mente a casa 10 e sua energia de Capricórnio. Hum… realização pessoal, exposição, profissão… Parece que tudo aquilo que trabalhei na casa 6 (Virgem) atingiu o seu ápice agora. Sim, certas coisas estão se realizando e se materializando na minha vida. Passei por um período terrível, mas é assim mesmo, quanto mais a noite é negra mais perto está o alvorecer.

– Legal, galera, vamos lá, vamos fazer e acontecer, foder e deixar foder.

Opa, quem é que apareceu por aqui com estas palavras de baixo calão? Po, fazia tempo que não ouvia, via ou escrevia esta expressão: “baixo calão”.

– Ah, sou eu, meu caro! Olha eu aqui. Huhuuuuu…

É O LOUCO em pessoa. Ele acena, inquieto, querendo fazer acontecer.

– Ah, então é você… Só podia ser, né… Mas me diz aí por que está tão agitado?

– Acabo de chegar de uma viagem ao centro da Terra onde presenciei cada coisa que nem mesmo sendo LOUCO para crer ou imaginar. Ouve com atenção!

– Tudo bem, amigão! Manda lá, sou todo ouvidos.

O LOUCO fecha os olhos como para recordar tudo o que viu. E começa a falar.

Autenticidade tântrica no mundo das experiências a energia manifesta pelos 9 provém do 1

Autenticidade tântrica no mundo das experiências sem experiência não há aprendizado– Sabe, eu andava passeando pelo reino de Agartha, pelos seus bosques luxuriantes, quando me deparei com agarthianos fazendo um ritual – não sei se é esse o nome que se dá aos habitantes de Agartha – mas digamos que seja. Bem, numa clareira do bosque havia 10 agarthianos. Um deles estava no centro do círculo composto pelos outros nove. Em suas vestes predominava as cores branca e azul. Eles caminhavam em círculo. Um pouco iam para a direita e um pouco iam para a esquerda. O que estava no centro permanecia imóvel na posição de lótus.

Este é o movimento da RODA DA FORTUNA, pensei. No plano vertical ela sobe e desce; no plano horizontal ela às vezes se move pra direita e, às vezes, pra esquerda. Mas o que isso representa neste momento? Preciso meditar no que me foi contado pelo LOUCO. Ele não dá a resposta, ele apenas aponta o caminho. Preciso percorrê-lo por minha conta e risco. O (a) agarthiano (a) do centro é o ÁS DE OUROS. Os nove agarthianos do círculo externo são a casa 10 (Capricórnio). Claro como água clara. A energia manifesta pelos 9 provém do 1. Em dado momento os 9 se movimentam sem nenhuma ordem. É confusão geral. Dançam, pulam, gritam, brigam, fazem sexo, se relacionam, enfim, fazem de tudo um pouco. Porém, o 1 do centro permanece firme.

Os 9 simbolizam a totalidade da humanidade com suas múltiplas formas de expressão. É a diversidade se manifestando em todas as áreas: raça, biotipo, cultura, religião, nacionalidade, identidade de gênero, orientação sexual, ideologia, política, filosofia, etc. As suas ações podem ser mais construtivas ou mais destrutivas de acordo com o seu grau de consciência. Este é o âmbito das experiências. Precisamos passar por elas. Sem experiência não há nenhum aprendizado. A autenticidade consigo mesmo é fundamental para que o aprendizado seja assimilado e transformado em sabedoria. Diz o Mestre que mais vale uma raiva autêntica do que um amor falso.

Por enquanto é isso, galera! Falaremos mais no próximo post. Inclusive e principalmente sobre o agarthiano que está imóvel no centro. Até lá!

Joel Munhoz Tarô Tântrico

O Corpo Humano Foi Na Atlântida A Base Para A Cultura

O artigo anterior foi o primeiro sobre o aspecto ÁS DE OUROS EM VIRGEM. Este, portanto, é o segundo. Há que se ler o primeiro para se compreender este. Ficou algo no ar sobre a Atlântida. Diz o Ás de Ouros que nasceu na Atlântida. Sim, neste continente perdido cuja última porção de terra submergiu sob forte cataclismo há aproximadamente 12.000 anos, existiu uma civilização super avançada, não só em termos materiais, tecnológicos, como também sob o ponto de vista espiritual. Minha intenção aqui não é provar que existiu essa civilização. Não vou, portanto, citar obras nem autores, apenas Platão, nos seus diálogos Timeu e Crítias onde descreve o continente da Atlântida situada, por ele, próxima às colunas de Hércules (estreito de Gibraltar). Para mim, a Atlântida realmente existiu. O tarô e o tantra surgiram pela primeira vez na Atlântida; criados ali ou trazidos de outro planeta. Os governantes de Atlântida e muitos dos seus habitantes eram extraterrestres. Havia, naquela época, muitos sábios iluminados (cientistas e místicos) que conheciam a fundo o universo exterior assim como o universo interior.

O tarô é um mapa do universo. O ser humano é um universo em miniatura. O tarô, portanto, é um mapa do macro universo e do micro universo (homem). Descreve em minúcias toda a sua multi diversidade de energias. Vivenciar o tarô é tantra. Os atlantes praticavam com muita proficiência a máxima hermética atribuída a Hermes Trismegistus: “assim como em cima é embaixo.” Em cima é o macro universo físico e metafísico. Embaixo é o micro universo (homem) físico e metafísico. O corpo humano, portanto, foi a base para qualquer cultura. Foi na Atlântida e posteriormente na civilização drávida de aproximadamente 5.000 anos atrás no vale do Indo no noroeste da Índia. Hoje em dia, a maioria das culturas existentes é contra o corpo. Dessa forma, o corpo sofre nas mãos da mente. O corpo está sempre a cabresto da mente. Ora, se o corpo físico do ser humano é um micro universo é claro que precisa ser respeitado nas suas necessidades básicas. Somos mais do que um corpo físico biológico? Sim, é claro que somos, mas o corpo é a nossa base animal sobre a qual nos apoiamos para levarmos a cabo a nossa missão terrena. Sem ele, nada seria possível. Sem ele não estaríamos encarnados ou reencarnados. Não estaria eu escrevendo aqui nem você lendo aí. Nenhum filósofo, cientista, artista ou místico seria possível se não tivesse um corpo físico.

A Atlântida realmente existiu Ás de Ouros momento de renascimento

A Atlântida realmente existiu o tarô e o tantra surgiram na Atlântida

Um Einstein precisou dum corpo. Um Jesus precisou dum corpo. Um Buda precisou dum corpo. Um Leonardo da Vinci precisou dum corpo. Uma Simone de Beuvoir precisou dum corpo. Todos nós precisamos dum corpo para levarmos a cabo a nossa missão terrena, para realizarmos os nossos sonhos, para realizarmos o nosso potencial. E, no entanto, a cultura sempre está contra o corpo; a sociedade sempre está contra o corpo. O corpo está sempre subordinado às regras morais e sociais. As religiões organizadas foram criadas para sufocarem o corpo. O corpo é natureza pura. É por isso que a natureza está sendo eliminada do planeta. Na base disso estão as religiões criadas pelo homem. O homem inventou um deus para dizer que foi ele quem inventou as religiões. Mas nenhum deus inventou religião alguma. Afora as religiões espontâneas ligadas aos ciclos da natureza, da Mãe Terra, todas as outras religiões organizadas são fruto da mente humana, justamente para dominar outras mentes humanas que, dominadas e subjugadas, acabam por subjugar os seus próprios corpos. ÁS DE OUROS é ouros, é terra, é físico, é corpo. Ah, e também é dinheiro. No signo de Virgem ele fica reforçado em todos esses aspectos.

Se possuímos uma limitação física por doença ou acidente a vida fica mais difícil. Se possuímos limitações financeiras a vida fica mais difícil. Porém, cada pessoa traz o seu karma e ele (o karma) marca o corpo a ferro e fogo. Isso não quer dizer que devamos ficar sujeitos ao karma e sim fazer dele um aliado para a nossa evolução espiritual. Temos vários exemplos de pessoas que são deficientes físicos de nascença ou que se tornaram devido a acidentes que, ao invés de agirem como derrotados em depressão, dão a volta por cima e fazem do limão uma limonada. É claro que devemos levar em conta o tempo particular de cada um para se vivenciar a dor, se elaborar a dor. Esse tempo de elaboração da dor é importantíssimo e cada um deve ser respeitado no seu ritmo particular. ÁS DE OUROS é Um, é nascimento, é recomeçar. Não importa o momento que você está vivendo, se mais penoso ou mais bem aventurado. O momento sempre é de recomeço, de nascimento e renascimento. Não importa a sua idade cronológica, o que importa é a sua consciência de que tudo é novo a cada inspiração. Expiremos a velha vida e inspiremos a nova vida. A cada inspiração visualizemos o ÁS DE OUROS entrando com o ar inspirado e indo até às profundezas do ventre. É aí no ventre que ele se tornará semente e poderá se transformar numa fonte inesgotável de criatividade. Falarei mais sobre o ventre e os intestinos no próximo post. Até lá!

Joel Munhoz Tarô Tântrico

Nosso Corpo Físico Materialidade Necessidades Básicas

Ás de Ouros em Virgem. O que podemos perceber – hoje – deste aspecto? Me coloco em estado psíquico receptivo a essa frequência energética do Teclado Cósmico para que ela fale, se expresse e viva através de mim e através de você caro (a) amigo (a) leitor (a).

– Eu venho de longe, de um reino distante. Há muito tempo atrás na lendária Atlântida eu nasci. Cresci olhando o mar, me deixando embalar pelo movimento das suas ondas. Respirei o ar puro das montanhas, cavalguei pelas planícies e desci às entranhas da terra para conhecer os seus tesouros ocultos. Sou terra. Participo de todos os outros elementos, mas a minha essência é a terra. A minha forma é o círculo. Sou uma moeda, lembra? ÁS DE OUROS é igual a uma moeda de ouro. Também sou representado por um pentagrama de ouro, mas com um círculo na volta. Bem, o fato é que aqui estou, como sempre aqui estive. Você me abandonou? Não importa, eu não abandonei você, e nunca abandonarei.

-Que papo é esse de que você nasceu na Atlântida? Você poderia me explicar? Pergunto ao ÁS DE OUROS.

-Sim, é claro. Antes da explicação e, como parte dela, ouço um barulho de moedas se chocando. Preste atenção, ouça com atenção! Diz o ÁS DE OUROS. O barulho de moedas se chocando e rolando no chão se faz ouvir novamente. Fico com o sentido da audição o mais alerta possível. São moedas se chocando, mas apenas uma moeda não se choca com mais nenhuma. Ás é um, uma. Então…

-Por que o barulho de várias moedas se o Ás é só uma? Pergunto ao ÁS DE OUROS.

-Ah, mas aí é que está o segredo. Ouça novamente!

Ás de ouros em Virgem fazemos coisas de maneira automática

 

Ás de ouros em Virgem mínimos detalhes materialidade corpo físicoMais moedas rolando. Mas… espera aí! Tem uma que se destacou das demais. Sim, não sei como percebi, mas o fato é que percebi. Em meio ao barulho geral um barulho, um som, aconteceu de forma diferente. Apenas uma moeda rolando no chão. Sim, foi isso o que o meu sentido da audição alerta aos mínimos detalhes percebeu. Já começou a aparecer a energia do signo de Virgem: mínimos detalhes; pra começar está bom. Se você ficar atento aos mínimos detalhes você começará a perceber coisas que não percebia antes. Sim, porque normalmente agimos e fazemos as coisas de maneira automática. Nossa ação está aqui, mas o nosso pensamento está lá. Quando trazemos a mente para junto da ação a nossa consciência está no presente e, consequentemente, muito mais ampliada.

ÁS é Um, a unidade, o foco da atenção. OUROS é terra, a materialidade, a sensualidade, o corpo físico. Virgem também é um signo de OUROS, de terra. Entre outras coisas é a rotina do dia a dia, é o pragmatismo, é a praticidade, a saúde física, a higiene, etc. Se não cuidamos do nosso corpo físico, ao menos nas suas necessidades básicas, como iremos cuidar da nossa vida espiritual? O tantra não nega a matéria; ao contrário, vai fundo nela, a destrincha nos seus mínimos detalhes e, então, acontece o milagre: de repente você transcendeu ao reino da meditação, não porque negou a matéria, mas porque a viveu total e intensamente.

É isso aí por enquanto. No próximo post tem mais ÁS DE OUROS no signo de VIRGEM. Ah, e a Atlântida? Bom, no próximo artigo falaremos mais sobre ela. Até lá!

Joel Munhoz Tarô Tântrico